Capítulo 06

Taylor levou a mão no cabelo. Sentia o corpo ainda quente, suado e por incrível que lhe parecesse, completamente excitado. Mas neste exato momento, Bia parecia não estar interessada em seu corpo, na verdade, melhor dizendo, em fazer amor novamente com ele e sim, gostaria de falar sobre algo que, não se sentia confortável em conversar, ainda mais com ela, justo ela. Inspirou profundamente virando o rosto para o quarto, escuro, onde emanava no ar, o cheiro do sexo que haviam compartilhado, mas isso, não era nem um pouco ruim, era maravilhoso. Como podia imaginar que uma garota, sendo que Bia é doze anos mais nova que ele, pudesse realmente saciar seu corpo, ser tão compatível com o dele e lhe causasse não apenas calafrios com o toque, e sim fazer seu peito acelerar, a respiração entrecortar e mesmo saciado, sendo ela tão maravilhosa, na verdade, de tantas mulheres que passara por sua vida, nem uma fora completa na cama, ele não conseguia entender como ainda estava excitado. Talvez, soubesse a resposta, mas não era do tipo que admitisse, na verdade, não tinha certeza, era tudo muito recente e ainda tinha o fato de não conhecê-la muito bem, embora tentasse fazer que isso fosse uma aventura, no entanto, sabia que não era nada que tentava enfiar em sua própria cabeça.

O maior problema de todos não era fazer amor com a bela Bianca, não era isso. Eles têm uma diferença enorme de idade. Doze anos! Deus, como podia ter se envolvido? Não sabia a resposta, mesmo que tudo isso ficasse em sua mente, não podia resistir. Taylor olhou-a tampando-se com o lençol envolto de seus magníficos seios, os cabelos soltos caídos sobre o ombro. Ele sabia exatamente por que não desistia imediatamente daquela aventura, mesmo que Bia fosse filha do presidente, não abriria mão, não naquele momento que gostaria de continuar a noite fazendo amor com ela. Sabia que se continuassem juntos, logo ela enjoaria dele, e como não enjoar? Bia era decidida, linda e tinha outros homens superiores a eles em seus pés, mas até que ela não fosse embora… Levou novamente a mão no cabelo. Maldição! Em que eu estou pensando? Eu não posso prendê-la a mim, não dessa maneira, pois poderia magoá-la e isso, não pretendia, mesmo que agindo friamente pudesse afastá-la dele, mas sabia que com ela tão perto, perdia a consciência e os sentidos do que é certo ou errado.

Taylor caminhou até a cama e sentou-se nela de costas para Bianca. Sentiu-a mover-se na cama, e o barulho de seus movimentos o deixaram entorpecido, pensando apenas nela em sua cama, no aconchego de seu colo e o perfume de sua pele, não imaginou que ela se aproximaria dele, sendo que há pouco mais de 5 minutos atrás, ela lhe havia pedido para que falasse sobre seus pais. Como sua cabeça estava confusa, céus! Sentiu-a tocar em seus ombros com as mãos suaves, lhe acariciou o pescoço e desceu para os ombros e braços. Quando sentiu os lábios carnudos, úmidos e quentes roçar em seu pescoço, Taylor fechou os olhos, ouvindo-a sussurrar.

-Me desculpe? – Ela subiu os lábios para tocá-los na orelha e mordiscá-la. Taylor inspirou profundamente – Esquece o que lhe pedi, mas não fique chateado comigo – Bia continuou acariciando-o com os lábios – Sabe que perdi completamente o sono?

-Mesmo? – Taylor sentia-se um adolescente completamente idiota. Sua voz saíra rouca, não sabia como agir diante daquelas carícias. Sentindo o membro pulsar ainda mais, ele virou-se segurando seu rosto, observou-a descer os olhos por seu corpo até parar em um ponto onde lhe mostrava o quanto a desejava.

Sem dizer uma palavra e sem esperar que Taylor lhe dissesse algo. Bia levou a mão em seu membro rígido, completamente duro. Ele abafou um gemido, a espera do próximo passo. Bia levou os lábios de encontro aos dele, na verdade, não podia imaginar o quanto adorava aquela boca. O beijo, ele pensou, sempre seria diferente, mesmo com tamanha intensidade de sempre, toda vez que a beijasse, tinha algo a mais. Sugou os lábios dela, decididamente querendo tomar conta da situação, mas novamente, Bia com que ele perdesse o controle, quando apertou firmemente o membro pulsando com sua mão.

-Criança! – Taylor afastou os lábios sussurrando – Cuidado, não serei paciente se me atiçar assim – Taylor lhe sorriu.

-Eu não quero que seja paciente – ela afastou a mão, mas por pouco tempo, em seguida voltou a mão ao lugar onde estava e continuou a acariciar – É tão… – Taylor emudeceu os lábios fechando os olhos – Eu não consigo entender, eu sou tão pequenina pra você – ela apertou novamente fazendo-o gemer alto, e agarrá-la pelos ombros.

-Criança – Abriu os olhos – Não se perturbe pelo tamanho, pois nos cabemos perfeitamente bem – Taylor não sabia dizer que papo era aquele. Talvez, pela inexperiência dela, precisasse lhe explicar algumas coisas – Quando a rompi… – Ele abafou um gemido, pois agora, Bia começou a beijar-lhe o peito sem afastar sua mão que continuou em movimento. – Sinceramente, estou perdendo o controle Bianca – ele sussurrou muito baixo, mas felizmente, Bia levantou o olhar.

-É o que planejo professor – Bia disse provocante, fazendo seus pêlos eriçarem – Me explica uma coisa?

-Se conseguir – Taylor novamente fechou os olhos e levou a mão de encontro a dela, que se movia sobre o membro úmido. Taylor a incentivou.

-Existe muitas posições? – Ela indagou com a voz rouca, mas Taylor não chegou a perceber, pois abriu os olhos, completamente perturbado pela pergunta dela.

-Existe, mas não acho que vá querer aprender – ele não entendeu como, mas antes de responder sua pergunta, já liberava toda a explosão em sua mão e quando foi respondê-la, sua voz saiu alta, desesperada.

-Está redondamente enganado – Bia fez algo que Taylor, jamais, em toda sua experiência vira alguma mulher fizera, levou os dedos, nos lábios, lambendo-os.

-O que está fazendo? – Ele indagou incrédulo.

-Não sei – Bia deu de ombros, afastando-se dele e voltando a arrastar-se na cama deitando-se na cama, afastando o lençol. – Eu estou agindo, conforme eu quero.

-E o que você quer agora? – Taylor se levantou e andou em volta da cama, ficando de frente para ela.

-Você – Bia respondeu tão naturalmente que por alguns segundo, Taylor não conseguiu mover-se, mas logo sorriu.

-Há uma… – Taylor pausou o que ia falar por um momento, tentando decidir-se, como abordar as palavras – Gostaria de lhe mostrar uma coisa.

Taylor não conseguia entender mais nada, fizeram amor desesperadamente e não uma vez, mas foi mais que isso, de repente, Bianca lhe abordava um assunto indelicado e num segundo depois, lhe pedia para lhe ensinar outras posições. Ele encontrava-se ansioso agora. Ansioso? Ele pensara nessa palavra? Não, não era apenas isso e sim, excitado. Não conseguia entender como achava tanta disposição. Talvez, fosse conseqüência da companheira em sua cama.

Sem esperar mais e observando-a nua em sua cama. Taylor maravilhou-se mais uma vez com aquele corpo, seguindo o olhar por toda a parte. Conhecia cada canto, mas não se aproveitara tanto daquele corpo até aquele momento, e talvez, aquela fosse à hora de saboreá-la definitivamente.

Lentamente, Taylor abaixou-se tocando sua perna em seguida, desceu os lábios de encontro à pele alva. Bia suspirou incentivando-o mais. Taylor sabia muito bem o que fazer. Já tinha em mente qual seria o próximo passo e qual seria a sua próxima aula. Era cômico pensar nisso, mas ao mesmo tempo prazeroso demais. Os lábios encontravam-se úmidos, desejoso de sentir o gosto, da doçura daquela pele. Desceu os lábios de sua coxa. A cada contato de seus lábios com a pela de Bianca, Taylor notava a pele arrepiada aonde a tocava. Vagarosamente, levantou sua perna e começou a sugar os dedos dos pés com os lábios. Bia gemeu de antecipação e suspirou. Bia é tão cheirosa, tão doce que o embriagava ainda mais. Não sabia dizer o que tinha nela, mas sabia que ela era diferente, perfeita demais. Desceu um pouco os lábios por seu pé, mordiscando a pele. Bia suspirava a cada movimento seu. Daquele ângulo e ela, com as pernas abertas dando uma visão de sua intimidade que, duvidava que houvesse outra oportunidade. Viu-a morder os lábios, enquanto descia novamente os lábios pela pele de sua perna. Taylor acariciava cada canto, sentia cada inspiração profunda dela e cada arrepio de sua pele. Completamente entorpecido, devido aquele momento que não notava sua própria excitação, roçando a pele dela, deixando-a aonde tocasse úmida. Estavam tão íntimos um do outro, que nada mais os envergonharia, não naquele momento.

Bia levou as mãos ao próprio cabelo, completamente excitada, na verdade, não sabia o que iria acontecer, mas era muito bom. Taylor é um amante maravilhoso, atencioso e excitante. Sentiu suas mãos tocarem seu quadril, Taylor a fez abrir a perna e sem hesitar levou os lábios em sua virilha. Bia instintivamente levantou uma das pernas, ansiando, abrindo-se mais para que os lábios dele fossem para o caminho certo, pois a virilha só a deixara angustiada, dependente de mais. Mas ao abrir os olhos e observar Taylor, percebeu que ele não tinha intenção de sugá-la intimamente, como fez anteriormente. Frustrada mordeu novamente os lábios.

-Não – Taylor levantou o rosto – Ainda não. – Sua voz estava rouca.

-Oh Taylor – ela sussurrou.

-Estamos apenas começando – lhe informou ele, afastando-se mais de suas pernas – Quero lhe mostrar uma coisa.

-Mostre – Bia disse desesperadamente.

Bia observou-o se afastar dela e arrastou-se para seu lado na cama. Bia sem entender virou-se de frente para ele. Fitou-o por um longo momento os olhos, que mesmo não enxergando muito bem um ao outro pelas frestas da janela, podia notar o quão profundo era o seu olhar. Taylor levou a mão carinhosamente até seu quadril e completou dizendo baixo:

-Dessa vez serei carinhoso, mas o que vamos fazer possa deixá-la envergonhada – Taylor a puxou para perto, desejando que ela sentisse o quanto a queria. Levou os lábios até os dela, apenas roçando, sentindo a respiração quente.

-Não saberei se deixar de tentar – Bia respondeu calmamente, mas dentro de seu âmago, estava ansiosa, agora mais que nunca.

Taylor não respondeu. Levou as mãos até seus cabelos, jogando-os para trás e guiou os lábios para beijar e sugar a pele de seu pescoço. Estava completamente embriagado por ela. Calmamente, enquanto a beijava Taylor voltou sua mão para o quadril arredondado, puxando-a para ficar com o corpo sobre o dele. Como é maravilhoso, “pensou” sentir uma pele suave, tão feminina sobre o corpo dele. Voltou a subir a mão, e maravilhado, roçou a ponta dos dedos no mamilo, rijo, mas não por muito tempo, apalpou o seio com a mão, sentindo-o endurecido e inchado por conseqüência de seu toque, como gostava que a mulher sempre estivesse. Buscou os lábios de Bia beijando-a mais uma vez, para depois afastá-la. Sem afastar a mão de seu seio, usou a outra para afastá-la, mas ainda acariciando o seio dela. Agora, sentia uma necessidade penetrá-la, mas não podia. Não para o que tinha em mente, e se tudo corresse bem, isso não demoraria a acontecer. Sem falar uma palavra, desceu as mãos para seu quadril, e começou a puxá-la.

-O que? – Taylor ouviu-a indagar roucamente, mas apenas sussurrou para que se calasse, e continuou a puxá-la.

Bianca sentou-se em sua barriga, com uma perna de cada lado. O que faria agora podia ser ou não inesquecível, dependendo da reação dela, mas faria o possível para que ela não pensasse muito. Taylor continuou a puxá-la, deixando-a ainda mais confusa, sabia, mas por pouco tempo. Queria sentir como seria suas reações quando estivesse abaixo dela, sugando todo seu liquido, saboreando seu néctar. Sem muito esforço, ele levantou seus quadris e puxou-a ferozmente, para que pudesse antecipar logo o contato de seus lábios com a região tão feminina, com a cabeça entre as coxas de Bia, que ao tocá-la constatou que Bia estava como imaginou que a sentiria, muito úmida.

Primeiro resolveu instigá-la com a língua, apenas deixando-a ansiar por mais, implorar por mais e por isto, roçou a língua em sua parte triangula dourada, mas logo ela se afastou, não totalmente, mas receando um pouco com tudo aquilo. Taylor a segurou pelo os quadris para que Bianca não se afastasse, voltando a puxá-la. Dessa vez Bia não se afastou, pelo contrário gemeu, quando Taylor envolveu tão avidamente a língua, penetrou-a tão intensamente que não havia como resistir, logo seu quadril, iniciou um frenesi com movimentos desesperados, implorando por mais. Deus, como isso é maravilhoso. Pensou Bia, com as pernas uma de cada lado da cabeça de Taylor e agora, ele guiava uma de suas mãos para seus seios e a outra segurava seu quadril. Taylor gemia baixo, mas ela, oh! Ela gemia desesperadamente. Bia pendeu a cabeça para trás, os quadris subiam e desciam sobre Taylor, a língua dele, penetrava quente e úmida, fazendo-a sentir com aquilo era delicioso. Taylor desceu a mão de seu quadril e com o dedo, começou a acariciar o botão. Oh! Bia estremeceu aumentando o ritmo dela contra os lábios dele. Oh Meu Deus! Pensou perdendo totalmente o controle. Gritou alto o suficiente para acordar qualquer pessoa, vizinhos, talvez se tivesse um! Taylor afastou a mão e imediatamente levantou seu quadril.

-Eu preciso que… – Taylor disse ofegante – Preciso que… – Será que não estava gostando? Bia indagou em pensamentos.

-Quer que eu pare? – Podia ser cômico se pensasse. Bia estava com Taylor deitado, e a cabeça entre suas pernas, mas não era nada ruim, oh! Nada ruim! Na verdade, se pegou pensando em repetir, oh como queria mais!

-Não – Taylor respondeu roucamente – Não era só isso que queria, mas estou perdendo totalmente o controle – enquanto ele dizia, os sons de suas palavras saiam abafados e roucos, suas mãos continuavam a acariciá-la – Seu néctar é maravilhoso, mas eu preciso que você… – Ele parou de falar.

Foi então, que Bia percebeu o quanto devia ser desconfortável para ele, não estar com a cabeça entre suas pernas, mas sim, com algo que devia estar necessitando de mais, necessitando dela, de seu toque… Ou talvez, de sua boca. Ela mordeu os lábios sem saber como agir agora, mas ele devia saber e por isto começara tudo aquilo. Não precisou perguntar, pois Taylor a afastou por um breve momento, mas não deu tempo de Bia pestanejar frustrada e o repreender, pois fora rápido demais, e quando percebeu. Estava novamente com Taylor entre suas pernas que agora, sugava sua virilha, mas em uma posição diferente. Agora, Bia observava o membro rijo esperando por ela e podia olhar como o corpo dele é tudo o que imaginava, as pernas eram longas e bem torneadas. Taylor movia o quadril ansioso por ela e ao mesmo tempo, continuava a mordiscar a pele de sua virilha e vez ou outra, roçar a língua em sua vulva e puxar alguns pêlos pubianos com os dentes. Meu Deus, isso sim, era algo que não esperava, mas não a assustou, pelo contrário, a excitou ainda mais. Sem perceber que descia o corpo, enquanto, encarava o pênis ereto, admirando-o o tamanho, o pouco pêlo que seguia até o caminho que agora, sua boca desejava. Estava totalmente fascinada por aquele corpo e as reações que ele lhe causava, agora, sugando-a. Gemeu ao senti-lo brincar novamente com seu botão.

Bia segurou o membro firmemente com a mão. Desceu e subiu o movimento. Taylor investia-se contra sua mão fazendo-a perceber que desejava mais que aquele toque, Bia sabia que não era isso que ele buscava. Apertou-o mais com sua mão ouvindo-o gemer e de repente, afundou a língua nela. Oh! Murmurou ela, fechando os olhos. Seus lábios abriram-se e sem adiar mais, levou o membro rígido para dentro de sua boca completamente úmido. Taylor apertou seu quadril com as mãos, agora sim, fariam o que ele tinha em mente.

Sugou-o intensamente. Aquilo realmente era uma tortura deliciosa, algo que nunca imaginou que provaria em toda sua vida. Com a boca de Taylor dentro dela, e o pênis rígido em sua boca, poderia dizer que era loucura, mas que delicia era fazer uma loucura dessas! Bia dizia-se em pensamentos. Achava que nunca mais se surpreenderia com tanto prazer, mas descobriu-se redondamente enganada, pois Taylor era mestre na arte do prazer e nunca deixaria que ela enjoasse de tal ato. Taylor guiava o membro a todo vapor para dentro de sua boca, não ia completamente, pois ele era enorme para a boca dela, mas chegava a quase completá-lo em sua boca. Bia sugava assiduamente e totalmente faminta dele, deslizava os dentes suavemente enquanto, ele movia-se contra sua boca, o sabor, que os espasmos dele escapavam, era um pouco salgado, talvez diferente, seria esse o sabor do sexo? Se sempre fosse assim, pensou ela deliciada, pois descobrira o quanto era gostoso e nem um pouco enjoativo, pelo contrário, se pegava querendo-o engoli-lo ainda mais.

Bia e Taylor se encontravam em um momento único. Taylor sentia a boca quente e úmida em volta de seu pênis, deixando-o perdido. Com o corpo completamente suado, com as mãos dela e que ele podia notar, acariciando seus testículos e a boca, a cada vez que descia, sentia-a sugar o liquido tão intensamente, ela o chupava com tanta destreza e tão desejosa dele, fazendo-o beirar a loucura, sentia que a qualquer momento estaria em um hospício por causa dela, será que isso realmente seria possível vindo de uma garota tão jovem? Já Bia, gemia compulsivamente, e como agüentar? Taylor penetrava-a como se os corpos estivessem unidos em outra posição, na verdade, sentiam-se como se estivessem realmente em posições que haviam estado há algumas horas atrás. Como podia? Não sabia dizer. Ele sugou o botão deliciosamente, fazendo-a estremecer e jogar o corpo contra o dele. O frenesi de ambos pareceu combinado, mas era o momento. Ambos sentiram a pressão do corpo. Taylor acelerava o movimento de seu membro contra a boca dela, completando-o por inteiro e Bia fechava-se em torno de sua língua. Um minuto que durou como a eternidade, quando Bia sentiu-o explodir dentro de sua boca e Taylor, quando a sentiu esvair a pressão deliciosa que a libertou. Ambos, ofegantes, porém, sem afastarem-se, fizeram os mesmos gestos. Taylor afastou-a um pouco de seu rosto e começou a lambê-la, deslizando a língua para enxugá-la, oh! Bia havia liberado todo o sua excitação e prazer em sua boca, e ela fizera a mesma coisa. Alisou o membro inteiro com a língua, sugou-o por pelo menos cinco minutos, e desceu ainda mais os lábios onde sua mão tocava. Taylor suspirou.

-Não – ele disse protestando, sentindo os lábios dela tocar a área tão sensível de seu corpo – Ainda não acabou e se você continuar o que está fazendo, não vamos conseguir concluir o que planejei. – Sem esperar por sua resposta, Taylor a afastou.

Bia sentou-se na cama, olhando-o. Taylor ainda continuava excitado, como podia? Ele se aproximou dela, beijando-a no ombro e calmamente desceu os lábios para seu seio. Da mesma maneira que acabara de fazer amor com ela com os lábios, ele parecia fazer com seu seio. Bia suspirou, sentindo-o sugar o mamilo, rodeando-o com a língua e alisar com os dentes a sua pele em volta. Isso a fez pender a cabeça para trás e levantar ainda mais o corpo, para facilitar o contato dele. Descobriu que, aquela madrugada, não terminaria quando clareasse o dia. Não dormiriam um minuto sequer, se continuassem juntos no mesmo teto. Taylor levou as mãos em seus quadris e levantou-a afastando dele. Era o momento, de ele ficar definitivamente dentro dela, só não esperava pelo que Taylor fez a seguir. Ele a fez deitar na cama, de costa para ele e puxou seu corpo, para que ficasse de joelhos. Bia apoiou o corpo sobre os braços e virou o rosto, para olhá-lo. Taylor lhe sorria e levou as mãos em seu quadril descendo a cabeça beijando suas costas, na verdade, beijou toda ela, deixando rastro dos lábios úmidos onde ele tocava. Sentiu-o apertar seus quadris por um momento, mas segundos depois sentiu a mão dele, tocá-la, intimamente. Bia fechou os olhos.

-Oh Taylor – ela o incentivou a continuar indo de encontro aos dedos que roçava a vulva, apenas acariciando.

-Oh Criança – Taylor sussurrou – Está deliciosa para mim – ele disse sensualmente – Eu te quero agora.

-Oh, está me torturando – Bia disse fechando os olhos, quando ele penetrou-a com o dedo.

-É assim que gosta? – Ele penetrou mais um – Gosta?

-Muito – Bia investiu-se mais uma vez contra os dedos dele.

-Terei que desapontá-la, agora – Taylor rapidamente afastou a mão – Por que, não quero perder mais tempo.

Bia sentiu-o roçar o pênis em sua perna, descer e subir. Oh! Como ela o queria agora! Taylor a enlouqueceu mais, fazendo-a pulsar assim que roçara o membro em sua vulva e para piorar ainda mais, atiçou-a com ele quando a tocou no botão, que a fragilizava sempre que tocasse. Bia desesperadamente gritou frustrada com aquela ansiedade que ele a deixava e parecia ser de propósito. Taylor novamente roçou o botão com o pênis, mas foi apenas para subir e localizar a entrada, para finalmente encontrá-la.

Com uma calma, que Taylor não sabia existir, penetrou-a. Viu-a pender a cabeça para trás, ouviu-a deixar escapar um gemido e em seguida ir com o quadril de encontro ao dele. Olhando-a naquela posição erótica, o corpo completando o dele e na sensualidade daqueles cabelos, caídos para o lado, à pele brilhando por causa do suor, Taylor teve a certeza que não encontraria outra, era apenas aquela garota. Saiu de dentro dela, mas não totalmente e muito calmamente, voltou, deslizando para o paraíso do qual, não queria mais se afastar. Segurando seus quadris, ele moveu devagar, saboreando o deslizar e admirado, olhando como é perfeito unir o corpo de encontro ao dela. Acelerou um pouco mais o movimento, esquecendo-se um pouco das perturbações, mas sem deixar de prestar atenção nela, Bia gemia, lhe implorava que fosse mais rápido, que deixasse de torturá-la. Ele lhe sorria, pois estava na mesma situação. Enquanto os gemidos escapavam de seus lábios, Taylor acelerava os movimentos sem deixar de observá-la e Bia, levava o corpo de encontro ao dele. Taylor sem parar o que fazia, levou uma de suas mãos até sua perna e a levantou, virando-a, fazendo Bia ficar de frente para ele, com uma das pernas levantadas. Taylor forçou ainda mais o membro para dentro dela, se isso realmente fosse possível, mesmo ela sendo pequena, a entrada era dele, aquela abertura servia apenas para Taylor e ninguém mais, da mesma maneira que seu membro se desenvolveu para ela, somente para Bia, pois tinha plena consciência que eram um do outro, pelo menos pensava assim naquele momento. Beijou-a nos lábios, acariciando a perna levantada. Bia suspirava com os lábios colados nos dela, gemia roucamente e a respiração quente e com um aroma doce do sexo roçava-lhe a pele. Ele avançou mais contra ela, penetrando-a mais em seu ser. Enquanto o movimento acelerava mais, Taylor sentiu que Bia fechava-se em torno do membro, apertando-o e abaixo dele, estremecia, gemia e apertava seu bumbum fortemente para que seu corpo invadisse-a mais ainda. Ele escondeu o rosto em seu pescoço, ouvindo ainda seus gemidos deliciosos e quando a sentiu explodir, viu-se liberado para satisfazer-se. Ainda com os movimentos rápidos sua explosão seguiu a dela alguns instantes depois, deslizando para ela, conforme sua semente jorrava para dentro dela. Taylor continuou a se movimentar contra Bia, até que definitivamente se sentiu completamente satisfeito. Deixou o corpo cair-se sobre o dela completamente exausto, mas muito satisfeito.

Taylor, assim que conseguiu controlar a respiração e sentiu que o coração agora voltava ao normal, levantou o rosto e olhou-a. Bia acariciava seus cabelos e inspirava profundamente. Taylor sem resistir, beijou sua bochecha, sentindo sua pele macia. Contornou com a língua os lábios e sorriu, ao senti-la suspirar. Em relação às sensações, Bia parecia-lhe um enigma, sempre reagia de maneira diferente. Assim que roçou os lábios nos dela, continuou a instigá-la, até que os abrisse para lhe dar um beijo, apaixonado, pois tinha necessidade disso. É sempre bom beijá-la. Não conseguia deixar de compará-la a outra mulher, na verdade, é impossível, pois Bia era única, exclusiva. Sugou a língua dela com tanta ânsia que assustou-se por isso, jamais gostara tanto de beijar como descobrira agora, sempre preferiu ir imediatamente para a cama, mas todas eram iguais, exceto, Bia. Afastou os lábios e a apenas alguns centímetros do rosto dela, sussurrou uma pergunta.

-Estou lhe machucando? – Assim que perguntou, beijou novamente seu rosto carinhosamente.

-Não – sua voz saíra roucamente.

-Quer que eu me afaste? – Indagou ele, ainda preocupado.

-Não – ela ainda acariciava sua cabeleira.

-Te machuquei? – dessa vez ela deu uma risadinha – O que foi?

-Não me machucou – Bia desceu as mãos para seus ombros e apertou – Foi maravilhoso – ela levantou o rosto e com os lábios próximos em sua orelha sussurrou – Quero mais noites iguais a essa.

-Pode ter certeza que terá – agora foi a vez dele de aproximar os lábios de sua orelha – Contando que durma todas as noites aqui, prometo que nunca ficará insatisfeita – ele mordeu-lhe o lóbulo da orelha.

-E o professor, ficou insatisfeito? – sua voz saiu esganiçada.

-Estou absolutamente satisfeito como nunca antes – Sem afastar-se de dentro dela, ele moveu o corpo e apoiou os braços na cama.

-Sou uma aluna eficiente, sempre soube disso – Bia respondeu rindo.

-Mais do que pode imaginar – Taylor brincou com seus cabelos – Quer fazer algo amanhã?

-Não sei, tem algo em mente? – Bia indagou de maneira inocente, Taylor sabia, mas não pôde resistir.

-Tenho muita coisa em mente, podemos fazer amor pela cozinha e se quiser na escada novamente, não me importo. Foi uma experiência maravilhosa – Taylor estava falando sério, mas o tom de sua voz tinha um riso – Oh criança, você despertou algo em mim que estava morto – ele disse.

-Eu espero que não seja algo que está dentro de mim, que neste exato momento está bem desperto – Ela caçoou, fazendo-o gargalhar.

-Não imaginava que adquiria tanto humor, criança. – Taylor a abraçou fazendo-a deitar sobre ele, sentiu-a respirar fundo e em seguida relaxar – Está cansada?

-Sim – Respondeu Bia fechando os olhos.

-Então, descanse – Taylor levou as mãos em seu cabelo, acariciando-o.

-Me conte um pouco sobre você? – Bia pediu abraçando-o.

-O que quer saber? – Taylor desceu a mão para tocar o seu rosto.

-Rachel disse que foi noivo – Bia disse sentindo-o ficar tenso e em seguida, soltar uma imprecaução.

-Rachel devia cuidar da própria vida – Taylor resmungou.

-Taylor, você não precisa se fechar, eu só quero saber por que terminou com ela? – Bia levantou o rosto – Eu não vou me importar em ouvir, não temos nada demais mesmo, não é?

-O que é nada demais para você Bianca? – Indagou ele, furiosamente – Ainda acha que é apenas uma transa?

-Não mude de assunto – ela inspirou – Por que é tão difícil falar de você? Eu não sei nada a seu respeito.

-Você sabe mais de mim que qualquer pessoa – ele tocou seu rosto – Só não se deu conta ainda.

-E por que não falar de sua ex-noiva? – ela apertou seu braço.

-O que quer saber? – Taylor não resistiu a sua petição. Bia estava sobre ele, totalmente nua, com os seios sobre seu peito e os cabelos jogados para o lado, tampando um pouco o rosto.

-Por que terminou? – Bia mexeu-se mais sobre ele.

-Não gostava dela – Taylor respondeu rapidamente – Nunca nos demos bem e se me casasse seria por comodismo.

-Ficaram juntos muito tempo? – Bia ia interrogá-lo, percebeu, ela já não tinha mais sono.

-O suficiente para me enlouquecer – Taylor brincou com os cabelos dela.

-E bom… – Ela pausou – Ela era… – Taylor sorriu.

-Não, depois de tudo o que descobri nos últimos tempos, nada é comparável ao que eu estou vivendo agora – Ele queria ser mais explicito, mas não conseguia. Sentiu que ela o olhava sem que entendesse. – Você não quer que eu seja mais claro, quer?

-Seria melhor, pois não consegui acompanhar seu raciocínio – ouviu-a fazer um barulho com os lábios.

-Oh criança – Taylor mordeu os lábios – Está com ciúmes de minha ex?

-Não – ela suspirou – Só não entendi o que quis dizer.

-Mas por que ficar perguntando sobre ela? – Taylor queria rir, estavam discutindo? E mais surpreendente era que estavam discutindo como um casal de namorados apaixonados.

-Tudo bem – Bia não respondeu sua pergunta e deitou a cabeça novamente em seu peito deixando-o frustrado. Queria continuar aquela discussão, estava divertindo-o.

-Ela não se compara a você Bianca, se é isso que quer saber – Taylor esfregou suas costas – Joanna queria apenas meu dinheiro e só, mas como eu não estava apaixonado por ela e nenhuma outra mulher, e decidi que precisava de uma família e ter filhos, pois já estou ficando velho e como namorava ela, não quis buscar a pessoa certa. – Suspirou dando a breve pausa – Mas não conseguia controlar o meu hormônio masculino, traia-a e não a levava para cama com tanta freqüência depois que noivamos, havia me enjoado dela como a todas que tive, ma sempre tive outras em vistas quando largava uma. Satisfeita?

-Já tem outra em vista depois de mim? – Bia se levantou afastando-se dele – É sempre assim que age com todas?

-Meu Deus, Bianca – Taylor a segurou pelos ombros – Me escuta – Ele soltou uma imprecaução – Isso foi antes de vir para Boston. Agora sou uma pessoa diferente e não, não tenho outra mulher em vista, por que a que tenho em minha cama agora tem muita personalidade, a personalidade que procurei em todas as mulheres.

-Mas não se apaixonou por mim – Bia abaixou a cabeça – Apaixonou-se pelo meu corpo, meus seios e minha boca – Bia tocou em sua mão, guiando-a em seu seio.

-Oh, estou apaixonado sim – Taylor acariciou-a – Por seu corpo, sua inteligência e por sua personalidade. Mas é paixão, Bianca e pode ou não ser passageira. Fica a seu critério arriscar-se para saber no que isso vai dar e eu, estou totalmente disposto a descobrir.

-E se eu me apaixonar por outro? – Bia indagou fria.

-A reconquistarei – Taylor disse confiante, tendo-a nua em sua cama era um estimulo.

-E se não conquistá-lo? – Bia suspirou – Irei sofrer e você me abandonará como fez com todas as suas conquistas.

-Eu não farei isso com você – Taylor pegou em sua mão – Irei mostrá-la que vale a pena tentar e se acontecer, será a primeira, a saber.

Amanheceu sem que ambos pudessem notar. Taylor abraçava Bianca, que dormia em seu peito. Dormiu apenas por duas horas após a conversa que tiveram. Bia não entendia, mas quem o entenderia? Ele estava obcecado por ela, sim, sabia disso. Mas desde quando declarou a qualquer mulher que estava apaixonado? Nunca! O que deu nele? Sabia a resposta. Bia estava se igualando as mulheres a qual havia levado para a cama, mas nem uma delas fora como ela, receptiva de verdade a ele e como era diferente dessas mulheres. Bia havia se apaixonado por um professor e não por um dos advogados mais ricos do país. Ela lhe sorria com sinceridade, fazia amor com volúpia e uma entrega que nunca experimentou em alguma outra mulher. Seu foco não estava em um salão de beleza ou em um par de jóias. Interessava-se por livros, jornais e tudo que havia ao seu redor. Preocupava-se com ele e seu olhar brilhava ao vê-lo. E o fato de saber seus sentimentos tão puros, de uma mulher que nunca havia tido alguém, a não ser ele, o fazia se sentir privilegiado. Oh, ela não era uma criança. Não como esperava que alguém de sua idade fosse. Bia era uma mulher madura de corpo e mente. Chegou a imaginar se… Pai de um filho dela. Isso seria possível, sim, mal sabia ela da fertilidade de sua família, faziam amor sem prevenção e com uma freqüência enlouquecedora e sabia que continuaria. Ela seria uma linda mãe. Taylor bufou. Maldição! O que eu estou pensando? Perguntou-se. Não cansava de tocar a pele de seu rosto, braços e roçar a perna na dela. Jamais foi tão prazeroso dormir com uma mulher em sua cama em toda sua vida amorosa. Bia era irresistível. Sorriu afastando-a dele e se levantou, sem fazer barulho para não acordá-la. Vestiu uma bermuda, saiu do quarto e desceu até o andar inferior. Foi até a cozinha e começou a mexer na geladeira. Alguns minutos mais tarde, Taylor preparou uma bandeja sobre a mesa e colocou suco, pão, torrada e algumas frutas. Duas xícaras e assim que ouviu apitar a cafeteira que o café estava pronto, ele despejou-o numa chaleira pequena e começou a carregá-la.

Bia abriu os olhos, sonolenta. Mordeu os lábios lembrando-se da noite anterior. Seu corpo estava cansado, mas se pudesse a repetiria, mas agora de dia. Enrubesceu ao pensar. Estaria ela obcecada por sexo? Bem que diziam todas as garotas do colégio quando elas as repreendia. “Sexo: provou uma vez, não quer parar mais”. Todas elas haviam deixado claro que era muito bom e que sempre desejavam repetir. Bia achava que seria impossível, homem e mulher se satisfazer tanto assim, mas agora, tinha a prova. Arrastou a mão pelo colchão virando-se, em busca de Taylor. Mordeu os lábios frustrada. Onde estaria ele agora? Perguntou-se e tampou o rosto. O que estava fazendo ali? Ele a havia abandonada em seu quarto e depois de ontem, depois da conversa que tiveram antes de dormir, meu Deus! Ele devia querê-la longe dele. Comportara-se como uma garota imbecil, achando que era dona dele. Nunca seria. Mordeu ainda mais o lábio ao concluir um fato, suspirou e fechou novamente os olhos para segurar as lágrimas que surgiam nos olhos. Ouviu a porta abrir e continuou com os olhos fechados. Ouviu o movimento dos passos e em seguida Taylor sentar-se na cama. Não queria abrir os olhos agora, envergonhada. Ele a pediria para ir embora, mas não queria. Inspirou fundo, surpreendida. Taylor beijava suas costas, acariciando sua cintura. Era um gesto carinhoso para alguém que queria longe dali. Ela respirou profundamente tentando se acalmar.

Taylor continuou a beijá-la com os lábios úmidos nas costas, carinhosamente. Vez ou outra alisava os dentes para observar a pele de Bia mudar. Não era sua intenção provocá-la até acordar, mas não resistiu. Subiu os lábios até o pescoço, jogando o cabelo para o outro lado, deixando seu rosto em vista para que pudesse admirá-lo. Os lábios dela estavam úmidos, percebeu. Taylor sorriu e continuou a guiar os beijos. Brincou com o pescoço, ouvindo-a gemer agudamente e subiu o contato dos lábios para seu ouvido, mordiscou o lóbulo de sua orelha e sussurrou carinhosamente, algo que a fez se virar.

-Bom dia, minha criança – ele acabou se deitando na cama. – Vamos acordar para aproveitar o dia juntos? Fiz algo para você. – E então, Bia abriu os olhos. – Bom dia – Taylor repetiu, e investiu os lábios contra os dela.

Outro fato que não escapava a Taylor, nunca acordara uma mulher e ainda mais carinhosamente. Nunca preparara um café da manhã e levara para qualquer mulher na cama. Ele estava realmente maluco? Se o hospício for tão bom quanto o aconchego de Bia, sentia-se tão satisfeito por investir-se nesse mundo maluco, no mundo dela. Deixou o corpo sobre o dela na cama e afastou os lábios, repetindo:

-Bom dia, bela adormecida – Disse rindo.

-Bom dia – Bia respondeu enlaçando-o pelo pescoço. Ele não queria que ela fosse embora e estava feliz com isso.

-Preparei nosso café da manhã – Ele afastou-se mais e apontou para a mesa perto da porta com a bandeja sobre ela. – Eu não sou muito bom com isso, mas precisei roubar umas flores na casa de um vizinho distante.

-Você roubou uma flor? Por minha causa? – Bia se sentou na cama, tampando os seios com o lençol, mas Taylor a impediu que o fizesse.

-Vai ser maravilhoso tomar o café da manhã admirando-a – Ele se levantou, deixando a prova o quanto já estava excitado. Ele caminhou até a mesa e pegou a bandeja carregando até a cama. Ele sentou ao seu lado.

-Obrigada – Bia disse sorrindo. Taylor tirou a flor da bandeja e levou-a até seu cabelo.

-Ficou ainda mais linda – Taylor acariciou seu rosto. Agora sim, Bianca parecia como uma menina, jovem, mas seu olhar, ela o admirava e como era bom isso! Bia o admirava de verdade.

O café da manhã não foi nada calmo. Taylor ao invés de comer pão, acabou com um dos mamilos de Bianca na boca, passando o líquido de seu suco nele, sugando o sabor. Fizeram novamente amor, mas dessa vez, debaixo do chuveiro. Taylor irradiava paixão e Bia, tão entregue a paixão como ele. À noite, resolveram sair. Bia o obrigou a pegar algumas roupas na republica. Ele não queria, mas aceitou. Quando Bia saiu do banheiro toda vestida, com um vestido tomara que caia preto, curto demais, Taylor quase a obrigou a voltar para o banheiro e trocar de roupas, ou então, quase rasgou a roupa e desistia de sair com ela, mas não podia. Pela primeira vez, em muitos anos, sentia-se um adolescente, completo, vivo. Foram a um barzinho muito distante dali, onde as pessoas pudessem vê-los. Conversaram muito, dançaram, se beijaram e realmente se divertiram. Quando estavam saindo, Taylor foi pagar a conta e Bia o ficou esperando perto da porta, assim que pagou a conta, Taylor caminhou até ela, mas parou abruptamente. Bia estava sorrindo, conversando com outros dois rapazes. Suspirou, aproximando-se furiosamente. Os rapazes flertavam, comiam-na com os olhos, tentavam tocá-la, mas Bia não deixava. Mordeu os lábios acelerando o passo. Aproximou-se dela, abraçando-a pela cintura.

-Querida – Ele lhe estendeu o comprovante do bar – Vamos?

-Sim – Bia levou uma das mãos ao cabelo e Taylor percebeu, ela estava completamente enrubescida. Aproximou os lábios de seu ouvido.

-O que houve? – Observou suas mãos nervosas.

-Esse é um amigo, ele foi quem me deu o primeiro beijo – ela sussurrou de volta. Taylor ficou tenso e olhou para o garoto.

-Atrapalho? – Indagou olhando-a – Por que se quiser, posso ir.

-Não – Bia segurou em sua mão, entrelaçando os dedos.

Taylor desceu o olhar e mordeu os lábios, não podia acreditar que aquilo não o deixou furioso, pelo contrário, o gesto dela foi maravilhoso. Levantou os olhos para os dois garotos na duvida qual deles beijara Bia. Um deles olhava para as pernas dela e o outro, bom, para os seios dela que Taylor notou, agora estavam intumescido e o mamilo, enrijeceu apenas pelo contato dele. Taylor virou-se para ela imediatamente e abraçou, tampando-a. Estava com ciúmes? Abaixou o rosto e falou em seu ouvido.

-Quer ir pra casa? – Ela assentiu, fazendo-o sorrir.

-Agora – ela respondeu baixinho, rouca.

Bia se despediu dos garotos, mas Taylor a impediu de beijá-los no rosto. Ele olhou os amigos dela e assinalou, abraçando Bia demonstrando que era dele, só dele. Antes de sair, olhou novamente para os garotos e ultrapassaram a porta. Suspirou e com os lábios próximos ao ouvido dela, sussurrou.

-Essa roupa é muito indecente – ele mordeu os lábios – Posso ver os seus seios enrijecidos.

-A culpa é sua – Bia respondeu rindo.

-Ou me apresso para chegar em casa, ou.. – Taylor sorriu – Gostaria de experimentar algumas posições no carro, criança?

-Não é desconfortável? – Indagou Bia se afastando dele e virando-se para olhá-lo.

-Não muito – ele tocou sua cintura – Fica perto Bianca – ele disse olhando para os lados. Havia muitos homens ali e ela, nossa, como era mais bonitas que as outras que passavam por eles, e por isto, todos a olhavam.

-Está com ciúmes professor? – ela puxou a camisa dele e desabotoou dois botões.

-Só estou sendo cauteloso – Taylor a agarrou pela cintura e puxou-a para perto dele – Você é minha criança e ninguém mais tem o direito de olhá-la, como eu faço. – Bia acabou rindo.

-Eu sou toda sua professor – Ela sussurrou, abraçando-o o pescoço – Sua – repetiu e investiu os lábios por seu pescoço.

-Resolveu ceder? – Taylor disse roucamente, mesmo tentando descontrair para que pelo menos chegassem até o carro.

-Como sempre o faço – ela mordeu a pele, fazendo-o perder o controle, ma dando graças a deus que estavam no escuro já e a menos de 6 metros do carro.

-Pula em minha cintura, criança – Ele deu impulso segurando-a pelo quadril, e Bia o abraçou com as pernas a sua cintura – Assim está muito bom – ele apressou o passo e assim que aproximou do carro, desativou o alarme e a deitou no capo deste.

-Aqui? – Bia indagou olhando ao redor – Alguém pode nos ver.

-Vai ser rápido – disse ele desabotoando a calça – É só para esperarmos até em casa.

Sem cautela e muito excitado, Taylor abriu o zíper e segurou o membro esfregando-o por inteiro e com a outra mão tocou a calcinha de Bia e resmungou alguma coisa, ao constatar que ela estava prontinha para ele, levou a calcinha para o lado, penetrando-a ferozmente, deixando escapar um gemido agudo e alto.


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